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Notícias

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  • Etanol já perde da gasolina em 20 Estados
    Com a escalada dos preços do etanol nas bombas de combustível nos últimos meses, já é mais vantajoso abastecer o carro flex com gasolina em 20 Estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal. Apenas em sete Estados vale a pena usar o etanol: São Paulo, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Pernambuco e Tocantins.
  • Cortadores de Alagoas tem maior piso salarial do Nordeste
    Os 100 mil trabalhadores canavieiros de Alagoas conquistaram em dezembro de 2009, um reajuste salarial de 5,87%. O piso da categoria passou de R$ 477 para R$ 505 e é o maior da região Nordeste.
  • Livro "Processo de Fabricação do Açúcar", de F. Medeiros está sendo vendido na STAB.
    Publicação pode ser adquirida na sede da STAB Leste, na Ponta Verde.
  • Setor sucroenergético racionaliza uso da àgua
    O uso cada vez mais racional e eficiente de recursos hídricos por empresas do setor sucroenergético paulista vem reduzindo de forma significativa a captação média de água ao longo dos últimos 30 anos.
  • Agribusiness espera compromisso político da convenção do clima
    O presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abiove), Carlo Lovatelli, disse hoje esperar que os 193 países membros consigam um "forte compromisso político" na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP-15), entre os dias 7 e 18 de dezembro, em Copenhague. "Estou mais otimista agora que China e Estados Unidos apresentaram suas propostas.
    A iniciativa mostra uma posição mais ativa do presidente Obama", afirmou, após participar do Fórum sobre Copenhague e o Agronegócio Brasileiro, realizado hoje, em São Paulo.

    Lovatelli contou que a delegação brasileira em Copenhague terá cerca de 600 pessoas, entre as quais estarão as 14 entidades representativas do agronegócio, florestas plantadas e bioenergia, que fazem parte da Aliança Brasileira pelo Clima (ABC). Segundo ele, o papel deste grupo será mostrar que o Brasil já está atuando para mitigar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e tem potencial de se capitalizar com estes projetos.

    "Mas o assunto não será esgotado nesta COP-15. Nós precisamos de mais dados científicos para aprofundar esta discussão", avalia. Para o executivo, as decisões no COP-15 devem considerar a isonomia. "As metas firmadas em convenção só devem valer se os outros países se comprometerem", afirma.

    Os representantes do agronegócio brasileiro realizarão duas reuniões durante a COP-15, nos dias 15 e 16 de dezembro, para apresentar o exemplo brasileiro com a moratória da soja, na qual as indústrias processadoras se comprometeram a não comprar a oleaginosa de áreas desmatadas após 2006, data em que o compromisso foi firmado. "Projeto que virou referência mundial para muitas organizações não-governamentais", afirma Lovatelli.

    O gerente geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), Rodrigo Lima, acredita que os resultados da conferência depe! nderão fortemente da posição norte-americana. "No COP-15, deveremos ter um acordo de meio do caminho, com um texto incompleto, porque há muitos pontos que ainda precisam ser definidos.

    E isso é melhor que não ter um acordo, porque se não haveria uma corrida unilateral, em que cada país estabeleceria suas próprias normas", afirma. Entre estes pontos, ele destaca a proposta de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REED). "É preciso avançar na questão metodológica, definir como contabilizar os créditos provenientes do REED e quem terá direito a este benefício", explica.

    O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), Marcos Jank, concorda com Lovatelli, de que esta será uma "reunião muito política e de poucos resultados". Segundo ele, o Brasil tem condições de assumir a liderança nas discussões sobre o clima.

    Ele considera que o País conta com setores comprometidos com a meta de reduzir as emissões, mas o governo também preci! sa adotar políticas ambientais que facilitem a implementação destes programas. "O Brasil tem mais a ganhar que perder com uma economia de baixo carbono. Temos 46% da matriz energética limpa e muitos exemplos de ações positivas para mitigar as emissões de GEE, como no caso da moratória da soja", conclui.
  • Fim do desmate na Amazônia custa até US$ 18 bi
    Entre US$ 7 bilhões e US$ 18 bilhões até 2020. Esse é o custo estimado pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) para que o desmatamento do lado brasileiro da floresta tenha um fim. Mais do que um desembolso para os cofres públicos e privados, esses valores podem ser encarados como investimento.
  • Flex é o modelo de carro que menos polui
    Os 22 veículos fabricados em 2009 que menos emitem poluentes e gases de efeito estufa são flex (movidos a álcool e a gasolina) e ficam nas faixas de potência que vão de 1.0 cm3 a 1.8 cm3. O ranking foi divulgado nesta terça-feira (01) pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Contém 402 modelos de carros, sendo 343 nacionais e 59 importados.
  • Alta do preço do álcool já afeta resultados da BR
    A escalada do preço do álcool nos últimos meses já começa a afetar as vendas do combustível no mercado brasileiro, informou terça-feira a BR Distribuidora (braço de distribuição de combustíveis da Petrobras). No ano até setembro, a companhia registrou aumento de 8,6% no volume de vendas de derivados (30,5 bilhões de litros) e lucro líquido de R$ 1,125 bilhão – crescimento de 9,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
  • CECA-UFAL promove mesa redonda na próxima sexta-feira, das 9h às 12h
    O Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas promove na próxima sexta-feira, das 9h äs 12h, uma MESA REDONDA, no próprio CECA-UFAL, na BR-104 Norte.
  • Mistura de etanol ao diesel está em fase de testes no Brasil
    A mistura de etanol anidro ao biodiesel já vem sendo usada em frotas de veículos de algumas indústrias brasileiras e deve ficar entre 8 e 10%. Embora em fase de teste e aguardando autorização dos órgãos oficiais, esse procedimento já apresenta bons resultados, segundo o pesquisador da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Octávio Valsechi.

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